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Regina Caeli Bordados · Brasília

Encontros e eventos

Bordar junto muda
a conversa de lugar.

Rodas abertas, encontros privativos e experiências para times. Quando as mãos estão ocupadas, a conversa fica mais leve — e é isso que as pessoas levam para casa.

A ideia

Uma aula tem aluna.
Um encontro tem roda.

Nas aulas, o foco é a técnica. Nos encontros, a técnica é a desculpa — o que importa é o grupo que se forma em volta da mesa. Bordar é uma das poucas atividades que ocupa as mãos e deixa a conversa livre, e quase sempre é aí que a tarde vira outra coisa.

Por isso os encontros funcionam tão bem para datas que pedem presença de verdade: um aniversário, uma despedida, um time que precisa de um intervalo honesto no meio da semana.

Turma reunida ao fim do encontro, cada uma com o próprio bastidor

6 a 20

pessoas por encontro, para caber atenção em todas

Formatos

Três jeitos de reunir gente

Roda de bordado no Regina Caeli Bordados

Roda de bordado

Aberta a todas

O encontro mensal do ateliê. Cada uma traz o projeto em que está — ou começa um novo ali — e a tarde corre entre linha, café e conversa. Não precisa saber bordar para sentar na roda.

  • Grupo aberto
  • Cerca de 3 horas
  • Datas divulgadas no Instagram
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Encontro privativo no Regina Caeli Bordados

Encontro privativo

Você escolhe quem vem

Aniversário, chá de panela, despedida de solteira, reencontro de amigas. A Bárbara monta a experiência inteira para o seu grupo, com a técnica combinada de acordo com a ocasião.

  • A partir de 6 pessoas
  • No ateliê ou no seu espaço
  • Peça personalizada para a data
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Encontro corporativo no Regina Caeli Bordados

Encontro corporativo

Para o seu time

Uma pausa de verdade no meio do expediente. Funciona bem em semanas de saúde mental, confraternizações e times que passam o dia inteiro em tela — sem dinâmica forçada.

  • Times de 6 a 20 pessoas
  • Presencial na empresa
  • Material para todo mundo
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Como a tarde corre

O roteiro de um encontro

  1. Chegada

    Café na mesa, cada uma escolhe o lugar e as cores da própria peça. Ninguém começa com pressa.

  2. Os primeiros pontos

    A Bárbara mostra a técnica do dia e passa de mão em mão até todo mundo pegar o jeito.

  3. A roda solta

    É quando o encontro vira encontro: a conversa acontece sozinha, porque as mãos estão ocupadas.

  4. O fechamento

    Cada uma mostra o que fez. Todas voltam para casa com a peça e com o bastidor.

Para quando

Datas que pedem presença

Não precisa de motivo grande. Mas quando tem, o encontro combina ainda mais.

  • Aniversário
  • Chá de panela
  • Despedida de solteira
  • Chá de bebê
  • Reencontro de amigas
  • Dia das Mães
  • Confraternização de equipe
  • Semana de bem-estar

Dúvidas

Antes de reservar

Ficou alguma coisa de fora? Chame a Bárbara — ela responde pessoalmente.

Falar com o ateliê

Os encontros privativos começam em 6 pessoas e ficam confortáveis até 20. Acima disso a Bárbara divide o grupo em dois turnos, para que ninguém fique sem acompanhamento de perto.

Não. O encontro pode acontecer no ateliê, na sua casa ou na empresa — a Bárbara leva todo o material. Só é preciso ter mesa, cadeiras e uma luz razoável.

Nenhum. Na prática, a maioria dos grupos chega assim. A técnica do dia é escolhida justamente para caber em quem está começando e ainda render para quem já tem prática.

Entre 2h30 e 3h, contando o café e a conversa. Em encontros corporativos costumamos fechar em 2h, para caber no expediente.

Mande uma mensagem com a data que você tem em mente, quantas pessoas e a ocasião. A Bárbara devolve uma proposta com formato, técnica e valor.

Reserve uma data

Junte as suas pessoas.
O material é por nossa conta.

Diga a data que você tem em mente, quantas pessoas e o motivo do encontro. A Bárbara volta com uma proposta completa — técnica, duração e valor.